A segurança da informação tornou-se uma questão urgente para organizações de todo o mundo. Segundo informações do Relatório de Vazamento de Dados 2024 da IBM, conduzido em parceria com o Instituto Ponemon, o setor de saúde teve o maior custo médio de violação de dados, representando um custo de US$ 10,46 milhões. Os números da Surfshark mostram que o Brasil está entre os 10 países mais afetados pela ação de cibercriminosos, já os ataques ao setor farmacêutico quadruplicaram nos últimos anos, de acordo com os dados do IBM Security.
Diante desse cenário, o Grupo Profarma lançou o Programa de Segurança da Informação, um projeto que visa proteger os dados da Companhia, garantindo que as informações confidenciais sejam acessadas apenas por usuários autorizados. A iniciativa conta com uma série de ações que buscam estabelecer uma cultura de boas práticas, que diminuem os riscos de ataques e garantem a segurança institucional.
Gláucio Riani, coordenador de Segurança da Informação do Grupo Profarma, falou sobre a importância de ter um ambiente digital seguro: “Um único incidente pode comprometer a reputação da Companhia, afetar nossas operações e abalar a confiança construída no mercado. Também pode interromper o trabalho dos colaboradores e expor dados pessoais sensíveis a riscos. Por isso, investimos em um projeto robusto, voltado a capacitar cada pessoa e fortalecer, juntos, uma cultura de segurança sólida e duradoura”.
Com o Programa de Segurança da Informação, os colaboradores terão acesso à KnowBe4, uma das maiores referências globais em treinamentos de conscientização digital. A plataforma oferece simulações realistas que preparam para possíveis ataques, disponibiliza pílulas de conhecimento, treinamentos rápidos e práticos, além de informações que incentivam o engajamento com a cultura de segurança.